A leitura de boas obras me causam uma coisa que não sei explicar. Comecei a ler o clássico Ana Karenina, de Tolstói e confesso que ainda estou impactado com a maneira como o autor começa o seu célebre romance.
Como diria o filósofo Serginho Chulapa - o qual os amantes do futebol conhecem bem - o escritor "chega chegando". Vai tomar banho!
Só mesmo sendo um gênio pra começar um romance dessa maneira:
"Todas as famílias felizes se parecem entre si; as infelizes são infelizes cada uma à sua maneira".
Feito o registro, volto à leitura.
Obs: A edição que estou lendo é de 1971 - Abril Cultural e tem a tradução de João Gaspar Simões e contou com a assistência do professor Boris Chnaiderman. Adquiri essa joia num sebo da rua Dr. Vila Nova, em Sampa.
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